Mitos sobre a Gravidez

A gravidez é um dos momentos mais lindos na vida de uma mulher. Muitas delas aguardam esta fase da vida chegar com muita ansiedade e preparativos, fazendo uma grande comemoração ao início da vida de mãe. Como já sabemos, a gravidez ocorre somente de uma maneira: o encontro do espermatozoide de um homem com o óvulo de uma mulher; porém, há muitos mitos e crendices populares que giram em torno deste tema e confundem e muito o imaginário das futuras mães. Outros assuntos relacionados a gravidez também causam dúvidas e até mesmo espantos por pura falta de conhecimento sobre o assunto.


Confira agora alguns mitos relacionados a gravidez que você precisa saber:

- O posicionamento da mulher durante ou após o sexo não afeta a fecundação. Algumas pessoas pensam que deitar com um travesseiro em baixo do quadril ou até mesmo ficar com as pernas levantadas após a relação sexual podem finalizar o processo de fecundação do óvulo, porém estes não passam de mitos. Acaso o espermatozoide seja expelido e uma vez que se encontre dentro do canal vaginal, a fecundação é quase certeira, independentemente da posição.

- Quanto a posição da relação sexual também há mitos sobre o sexo do bebê, pois o posicionamento do casal não interfere no que diz respeito à formação da criança.

- Outro mito sobre o impedimento da fecundação e evitar uma possível gravidez é lavar a vagina ou fazer xixi após a relação sexual. Os espermatozoides são jorrados diretamente para o útero, sendo que nenhum outro líquido possa impedir a fecundação após isso.

- Algumas pessoas, principalmente os jovens, podem pensar que a primeira relação sexual não leva a gravidez. O que ocorre é exatamente ao contrário do que estes pensamentos: a partir do momento em que ocorrem as relações sexuais, inclusive desde a primeira, a mulher está suscetível a uma gravidez normalmente. A primeira relação sexual não está imune à gestação, o que ocorre no corpo das mulheres é apenas o rompimento do hímen (que não interfere em nada em relação a gravidez). Por isso, a utilização correta de preservativos, como a camisinha, garante mais segurança para o casal.

- Fazer testes de gravidez, principalmente os testes de farmácia, logo após a relação sexual não garante resultados comprobatórios. Os hormônios da gravidez (hCG) são possíveis de serem analisados após sete dias no corpo da mulher e ainda mais dias após isto para que o teste possa comprovar a fecundação. O teste deve ser feito em até quatro dias antes do início da próxima menstruação para confirmar o resultado.

- O uso de anticoncepcionais ajuda no tratamento hormonal e no controle da menstruação, como também na prevenção da gravidez. Porém, ao contrário de que algumas pessoas pensam, o uso de anticoncepcional por muito tempo não interfere nas tentativas de gravidez. A mulher pode ter utilizado o anticoncepcional por longos anos e, assim que interromper o uso e fizer alguma relação sexual sem proteção em seu período fértil ou próximo, pode engravidar normalmente. Outras pessoas afirmam que as pílulas anticoncepcionais geram infertilidade, porém este fato não ocorre, pois, o organismo passa a fazer a ovulação normalmente após a interrupção.

- Talvez alguns casais tenham a prática de fazer as relações sexuais todos os dias e nos mesmo horários para que a gravidez possa acontecer. Mas isso também é um mito, pois a fecundação só ocorre quando a mulher estiver em seu período fértil ou próximo. Apenas a prática e saúde em dia já podem elevar os riscos de gravidez.

- Certas mulheres param de praticar atividades físicas por pensarem que isto prejudica a gravidez, mas o que ocorre é o contrário. Atividades como caminhadas, hidroginásticas e exercícios de baixa intensidade podem até mesmo colaborar para uma boa gestação. Os cuidados devem ficar para as mulheres que possuem gestação de qualquer risco, para que não haja descolamento de placenta ou partos prematuros.

- Um mito muito popular é pensar que uma barriga redonda significa gravidez de menina e uma barriga pontuda é gravidez de menino. O tamanho e formato da barriga não possuem qualquer relação com o sexo do bebe, mas sim com as condições fisiológicas da mãe, como a estatura, peso e formação física.

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